Si entrar na loucura da sanidade, da completa razão nunca alcançada. Comparar-me a quem sabe e ser copia do que não existe. Mascarar-mi ou me apresentar para a grande platéia em carne viva, já não é objetivo desde que o açúcar não é doce e cada litro d’água do mar viera pesar meu corpo e em cada gota, turbilhões de pensamentos. Então, esfumaço o meu passado, liberto. E ai, tomo nova forma, ré-começo de onde quiser, retomo idéias, me organizo, Fáço outros caminhos. E assim, passo a desvendar os rios e lagos, cada poço em sua vez, lá poderá ser mais leve. Ou póstumo eu saberei o meu lugar. Sol.
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
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Amei menino! Que isso hein! Se eu soubesse ao menos violão, iria por nessa ordem, pra ver o que sai de som!
ResponderExcluirUm ótimo recomeço. Espero que você continue a escrever coisas tão bonitas.
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